“Nossa Excelência, do Seu Jeito” celebra os rituais de cada casa e deixa nas mãos de quem prepara a escolha de como fazer a xícara
Há quem acorde e vá direto ao fogão, ainda de pijama, acender a chama sob a chaleira antes mesmo de abrir as janelas. Há quem guarde o coador de pano herdado da avó, tingido de marrom por anos de uso, e quem resgate a prensa francesa esquecida no fundo do armário. Há os que pesam, os que medem a temperatura da água, os que contam os segundos. E há os que simplesmente sabem, pelo perfume que sobe quando a água quente encontra o pó, que o café chegou ao ponto. Cada casa tem a sua liturgia, e é sobre ela que a Orfeu Cafés Especiais construiu sua nova campanha.
“Nossa Excelência, do Seu Jeito” nasce de uma observação sobre o próprio universo dos cafés especiais. Nos últimos anos, o preparo ganhou um vocabulário quase científico, com chaleiras de bico fino, receitas calculadas em gramas e manuais que parecem exigir um diploma antes do primeiro gole. Para os iniciados, um prazer. Para quem está chegando, uma porta que às vezes parece fechada.
“O interesse por cafés especiais vem crescendo muito, mas percebemos que esse universo pode parecer complexo e até intimidador para quem está começando. Balanças de precisão, controle de tempo, temperatura da água e tantas outras recomendações podem dar a impressão de que existe uma única maneira correta de preparar um bom café. O conhecimento técnico tem seu valor, mas não deve ser uma barreira”, afirma Fábio Gianetti, diretor de marketing de Orfeu Cafés Especiais.

O gesto de quem prepara
A proposta devolve o protagonismo a algo que nenhuma técnica consegue padronizar, a mão de quem passa o café. O coado apressado antes do trabalho, o espresso da tarde tomado de pé na cozinha, a cafeteira italiana que chia no domingo enquanto a casa ainda dorme.
A campanha chega acompanhada de uma renovação nas embalagens da linha de café torrado e moído, disponível no e-commerce da marca e em supermercados de todo o país.

Da montanha à xícara
Se a liberdade fica com quem prepara, o rigor permanece do lado de quem produz. Fundada em 2005, a Orfeu cultiva a maior parte de seus grãos no alto das montanhas do sul de Minas Gerais, na Fazenda Sertãozinho, onde um jequitibá de 1.500 anos observa as lavouras há mais tempo do que qualquer cafeicultor. A marca acompanha todas as etapas, do plantio à torra, e mantém em sua equipe dez Q-Graders, profissionais certificados internacionalmente na avaliação sensorial do café.
Entre os reconhecimentos que exibe está o título vitalício Legends of Excellence, concedido pela Alliance for Coffee Excellence a produtores com desempenho consistente no Cup of Excellence, competição que o setor costuma chamar de Oscar dos cafés. Em 2025, as fazendas receberam ainda o selo de Agricultura Regenerativa da Rainforest Alliance e a certificação B, ligada a critérios sociais, ambientais e de transparência.
“É esse cuidado que permite ao consumidor ter a liberdade de preparar seu café da maneira que preferir, seja seguindo cada detalhe do método ou fazendo tudo de forma mais intuitiva. A nossa excelência existe para valorizar o jeito de cada um, e não para impor regras”, conclui Gianetti.

