A nova coleção Louis Vuitton Men’s PreFall 2026, assinada por Pharrell Williams, Diretor Criativo das linhas masculinas da Maison, faz um passeio pelo Central Park.
Em um olhar minucioso do microcosmo da vida do parque, faz um retrato dos humanos que habitam o oásis urbano de Nova York e das atividades que moldam seus guarda-roupas.
Refletida em cada um de seus personagens – dos tenistas e skatistas às famílias e observadores – a energia revigorante do parque gera uma leveza do ser, presente nas silhuetas, paletas e materiais exaltados pela sensação de verão na cidade.
O pluralismo cultural do Central Park – que se transforma do Upper East Side ao Harlem – serve como uma representação da ideologia LVERS: a noção de uma comunidade global diversa conectada pelos valores da Louis Vuitton e pela criatividade, qualidade e discernimento simbolizados por sua iconografia.
Elegância despretensiosa
A dinâmica revigorante do Central Park inspira uma visão do homem Louis Vuitton, expressa em uma abordagem formativa do dândi que reside no coração da Maison. Uma elegância despretensiosa incorpora a herança da alfaiataria, com cortes em linhas soltas para uma sensação vivida ou herdada, desconstruída e combinada espontaneamente com peças contrastantes do universo esportivo.
Tecidos reconstruídos do guarda-roupa clássico masculino passam por uma recontextualização. É um método de troca de códigos refletido no workwear confeccionado em materiais finos de alfaiataria, como propostas de ternos geracionais.
Peças em denim adornadas com respingos de tinta fazem referência à jovem comunidade de artistas que permeia a cultura de Nova York. A sensibilidade se reflete em peças e acessórios no padrão Azure Damier em tons azuis vibrantes.
Clássicos Customizados
A coleção é dividida em dois capítulos. O primeiro capítulo da coleção reimagina os pilares do vestuário masculino em uma silhueta dândi formativa, personificada por jaquetas impregnadas de leveza. Um xadrez Prince of Wales Monogram é impresso em um moletom técnico com capuz, usado com calças combinando, como uma ideia de terno. A noção é ecoada em uma jaqueta denim usada com calças que trazem o emblemático padrão do Monograma. O Monogram Surplus ressurge em denim em uma camisa de mangas curtas, um short e uma jaqueta utilitária. Se manifesta também em peças em bege, camisas e shorts; em uma jaqueta, shorts e calças em nylon fil-coupé e em uma jaqueta em couro com mangas de linho e recorte em laser. Um trench coat em algodão e um colete em couro se invertem para um nylon microxadrez Monogram. Jaquetas esportivas também são confeccionadas em materiais mistos.
Verão no parque
O segundo capítulo da coleção transita para um guarda-roupa centrado no verão no parque. Alfaiataria leve, como um terno em linho ou uma camisa em linho marinho, une-se ao loungewear: camisas de mangas curtas, calças e shorts boxer; alguns em jacquard de seda listrada com um efeito sutil do Monograma. A interpretação delicada da iconografia da Maison também aparece em fragmentos dinâmicos do Monograma, integrado em listras, aplicado em jaquetas esportivas, shorts e camisetas. O Monograma surge ainda em shorts xadrez em patchwork e em uma jaqueta denim e shorts combinando, além de uma versão tonal pastel em camisas e jaquetas de popeline. A ráfia é evocada em fios com o padrão Damier em uma jaqueta, cardigã e camisa polo em crochê. Casacos capturam um espírito artístico: uma jaqueta de algodão sem colarinho com detalhes em corda, um moletom em tricô trançado e um blusão em camurça cáqui usado descontraidamente com camisa e bermuda.



