Edição limitada a 450 peças resgata a história do primeiro relógio suíço em órbita e traduz, em design e materialidade, a nova fase da exploração espacial
Ao apresentar o novo Navitimer B02 Chronograph 41 Cosmonaute Artemis II, a Breitling revisita um de seus capítulos mais emblemáticos e atualiza com um gesto simbólico que dialoga diretamente com o presente: um mostrador feito de meteorito.
O lançamento retoma um momento decisivo da história da relojoaria. Em 1962, o astronauta Scott Carpenter solicitou à marca uma adaptação específica do Navitimer para sua missão a bordo da Aurora 7. A principal exigência era um mostrador de 24 horas, capaz de resolver um problema real da órbita terrestre, onde o ciclo de dia e noite se repete a cada 90 minutos. Aquele relógio se tornaria o primeiro modelo suíço de pulso a viajar ao espaço.

Mais de seis décadas depois, essa herança se materializa em uma edição limitada a 450 exemplares. O novo Cosmonaute mantém os códigos visuais que transformaram o Navitimer em um ícone: a régua de cálculo circular, o logotipo alado da AOPA e a configuração clássica de cronógrafo. E adiciona uma camada de significado ao incorporar um material de origem extraterrestre. Cada mostrador, lapidado a partir de meteorito composto por ferro e níquel, revela o padrão natural de Widmanstätten, o que garante uma singularidade absoluta a cada peça.

O modelo também dialoga com o presente da indústria aeroespacial. As inscrições “Artemis II” e “One of 450” reforçam a conexão com a nova fase das missões tripuladas, enquanto o fundo de caixa transparente exibe o logotipo da missão. No interior, o calibre de manufatura Breitling B02, de corda manual e com aproximadamente 66 horas de reserva de marcha, sustenta a proposta técnica do relógio, com certificação do COSC e arquitetura de cronógrafo com roda de colunas e embreagem vertical.

A caixa de 41 mm em aço inoxidável mantém proporções clássicas, equilibrando presença e usabilidade, enquanto o mostrador azul-galáxia contrasta com a régua de cálculo preta e detalhes em vermelho, incluindo o ponteiro central do cronógrafo. A pulseira em couro de jacaré azul reforça a coerência estética do conjunto, posicionando o modelo no território onde técnica e sofisticação convivem sem esforço.

Ao longo das décadas, o Cosmonaute continuou presente em missões espaciais e no cotidiano de astronautas. Nomes como John Glenn, James McDivitt e Claudie Haigneré reforçam essa continuidade, que vai além de um único feito histórico.

