Com vista para a Torre Eiffel, o Clay Bar reuniu nomes como David Beckham, Guga Kuerten, Maria Sharapova e Rodrigo Santoro em uma experiência que levou o universo do Grand Slam para além das quadras
Durante as semanas de Roland-Garros, Paris vive uma transformação que vai muito além do tênis. O torneio movimenta a cidade, atrai celebridades, dita encontros sociais e cria uma atmosfera que mistura esporte, moda, gastronomia e entretenimento. E dentro desse universo, a Stella Artois criou uma experiência que chamou atenção mesmo em meio à intensa programação da capital francesa.

A marca inaugurou o Clay Bar, um espaço temporário instalado no rooftop do Hotel Sax, um dos endereços mais disputados da cidade durante o torneio. O diferencial estava logo na matéria-prima escolhida para a construção do ambiente: o mesmo saibro utilizado nas quadras oficiais de Roland-Garros.

Com vista privilegiada para a Torre Eiffel, o espaço rapidamente se tornou ponto de encontro de convidados do universo esportivo, artístico e da moda. Entre os nomes que passaram pelo local estavam Guga Kuerten, David Beckham, Maria Sharapova, Rodrigo Santoro, Juliana Paes, Rodrigo Hilbert, Silvia Braz e Erika Januza.

A proposta foi transportar parte da experiência sensorial do torneio para fora das arquibancadas. O balcão revestido com o saibro incentivava o contato direto com o material, algo que acabava deixando marcas nas roupas e na pele dos frequentadores. Em um ambiente normalmente associado à elegância impecável dos eventos sociais parisienses, a iniciativa criou um contraste interessante ao transformar as manchas avermelhadas em uma espécie de lembrança física da experiência.

Por trás da ativação estava também um desafio técnico considerável. Diferentemente de materiais convencionais utilizados em projetos temporários, o saibro exige manutenção constante e reage diretamente às condições climáticas. Para tornar a ideia viável, a Stella Artois trabalhou em conjunto com especialistas ligados à manutenção das quadras do torneio, garantindo que a superfície mantivesse características semelhantes às encontradas em Roland-Garros.
“Roland-Garros é um evento esportivo, mas também um evento social. Nada vale mais que ver e ser visto com looks impecáveis em tons pastéis. Para além de ser um ponto de encontro de VIPs e amantes do Tênis, o Clay Bar mostrou que vale a pena manchar o visual com saibro por uma Stella.=” comentam Daniel Achucarro e Guilherme Nesti, Diretores de criação da Agência GUT, idealizadora do projeto.

Em uma cidade que, durante Roland-Garros, concentra algumas das experiências mais disputadas do calendário internacional, o Clay Bar conseguiu tornar-se uma atração por si só. Mais do que um ponto de encontro, o espaço mostrou como esporte, hospitalidade, arquitetura e entretenimento podem se combinar para criar experiências capazes de ultrapassar os limites das quadras.

