Parceria entre a maison e a ABL marca os 129 anos da instituição e amplia o reconhecimento a autores contemporâneos em diferentes gêneros literários
A relação entre a Montblanc e o universo da escrita ganhou um novo capítulo no Brasil. Durante as comemorações dos 129 anos da Academia Brasileira de Letras (ABL), realizadas neste mês de julho, no Petit Trianon, no Rio de Janeiro, a instituição anunciou a criação de três novos prêmios literários com apoio da maison alemã.
Os novos prêmios foram criados para distinguir obras publicadas em 2025 e homenageiam três nomes fundamentais da literatura brasileira. Na categoria Ficção, o Prêmio Guimarães Rosa foi concedido a Eliana Alves Cruz, pelo romance Veridiana. Em Poesia, o vencedor do Prêmio Manuel Bandeira foi Fabricio Oliveira, com Noite Obscena. Já o Prêmio Euclides da Cunha, voltado às Humanidades, ficou com Caetano Galindo, autor de Na Ponta da Língua.

Além da premiação em dinheiro, os três escritores receberam uma caneta Montblanc Meisterstück LeGrand revestida a platina. Lançada em 1924, a Meisterstück é considerada o instrumento de escrita mais emblemático da marca e tornou-se, ao longo do último século, um dos principais símbolos da tradição artesanal e da cultura da escrita.

A cerimônia também foi palco da entrega do tradicional Prêmio Machado de Assis, a mais alta distinção concedida pela Academia Brasileira de Letras pelo conjunto da obra. Neste ano, o homenageado foi o escritor Cristovão Tezza, que também recebeu uma caneta Montblanc como parte da celebração.
A parceria evidencia um alinhamento natural entre a identidade da Montblanc e a missão da ABL. Desde sua fundação, em 1906, a maison construiu sua história em torno da escrita e da produção de instrumentos que atravessam gerações. Ao apoiar a criação de novos prêmios literários, a marca amplia sua atuação no incentivo à produção cultural e fortalece sua presença em iniciativas que preservam o legado da palavra escrita.

As comemorações dos 129 anos da Academia reuniram acadêmicos, escritores e representantes do cenário cultural brasileiro. A solenidade também celebrou os 70 anos da publicação de Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa, e prestou homenagens a personalidades e instituições que contribuíram para o fortalecimento da literatura e da cultura nacional.

