AmaMaya estreia em janeiro de 2027 com 60 cabines, interiores de inspiração indochinesa e roteiros de sete noites
Percorrer o Vietnã e o Camboja pelo Mekong ganha uma nova opção a partir de janeiro de 2027. A AmaWaterways divulgou as primeiras imagens do AmaMaya, embarcação que passa a integrar a operação da companhia no Sudeste Asiático. São 120 hóspedes em 60 cabines, mesma configuração e mesmas categorias de acomodação do AmaDara, navio-irmão que já navega pela região.

O que muda é o projeto de interiores. Os ambientes adotam linhas contemporâneas e trazem a Indochina em referências sutis, guiados pela ideia de movimento, alusão ao deslocamento pelo rio e ao percurso de descobertas da viagem. “O navio é contemporâneo e sofisticado, mas a influência da Indochina pode ser percebida em todos os detalhes“, afirma Catherine Powell, CEO da AmaWaterways.

Segundo a executiva, a intenção foi aprofundar a ligação dos passageiros com o entorno, em um rio que, nas palavras dela, aproxima o viajante das pessoas e das tradições locais.

A bordo, a gastronomia se divide em dois endereços. O Mekong Restaurant combina cozinha internacional e receitas da região, enquanto o The Chef’s Table, de atmosfera mais reservada, serve menu degustação em vários tempos. Os cardápios priorizam sabores do Sudeste Asiático e ingredientes frescos, com alternativas vegetarianas, veganas e sem glúten. A área de bem-estar reúne sala de ginástica, piscina no deck superior e três salas de massagem, além de um Wellness Host responsável por atividades físicas e práticas de atenção plena durante o cruzeiro.

De tuk-tuk, triciclo e sampan
O AmaMaya vai operar dois itinerários já conhecidos da companhia, Charms of the Mekong e Riches of the Mekong, ambos com uma semana de duração. A programação em terra privilegia o contato com o cotidiano das comunidades ribeirinhas, com caminhadas por vilarejos, visitas a escolas e mercados e passagens por oficinas de seda e de rattan.

Do lado cambojano, Phnom Penh é percorrida de tuk-tuk, e o roteiro segue até Oudong, antiga capital real, onde os viajantes participam de uma cerimônia de bênção budista. Já em território vietnamita, o passeio por Tan Chau acontece de triciclo e inclui ateliês de artesãos locais. No Delta do Mekong, um sampan leva os hóspedes pela Floresta e Santuário de Tra Su, entre canais, árvores de cajepute e grande variedade de aves.

Quem quiser prolongar a viagem pode acrescentar três noites em Bangkok em qualquer um dos roteiros. O Riches of the Mekong oferece ainda uma extensão de quatro noites pelo Vietnã Central.

