Batizada de IN NATURA, a coleção de cerâmica refratária chega em três cores inspiradas em ingredientes brasileiros
Uma caçarola azul-jenipapo que sai do forno e vai direto para o centro da mesa, sem trocar de travessa. Essa é a cena que resume a IN NATURA, primeira linha de panelas assinada por Rita Lobo, desenvolvida com a Oxford em cerâmica refratária.

Embaixadora da marca desde 2025, a criadora do Panelinha participou de cada etapa do projeto e levou para ele a causa que orienta seu trabalho, a defesa da comida de verdade preparada em casa. “A mesa com comida de verdade nutre o corpo e as relações. E alimenta a vida”, afirma.

Como a proposta é servir no mesmo recipiente em que se cozinha, a cor ganhou peso de decisão de projeto. Além do Jenipapo, tom profundo que remete ao pigmento natural do fruto, a paleta tem o Goiaba, mais quente, e o Taioba, com o verde da folha nativa. Nas tampas, o ícone da Oxford aparece gravado em alto-relevo, como assinatura.

As peças recebem cobertura de esmalte vitrocerâmico e dispensam revestimentos sintéticos. Segundo a fabricante, o acabamento elimina a porosidade, o que evita a absorção de resíduos e simplifica a limpeza, enquanto a superfície externa fosca foi pensada para resistir ao uso sem descascar ou desbotar. O material retém calor por mais tempo, característica que favorece o cozimento em fogo baixo ou médio. Além do fogão e do forno, onde podem entrar com a tampa, as panelas vão ao micro-ondas, à geladeira e à lava-louças.

O jogo reúne cinco itens, com um fervedor de 1 litro, uma frigideira de 1,2 litro e três caçarolas de 1,2, 1,8 e 2,7 litros, medidas voltadas para o preparo cotidiano e para refeições em família ou com amigos. O conjunto custa R$ 1.999, tem garantia de um ano contra defeitos de fabricação e já pode ser encontrado no site da Oxford. Nas lojas da marca e em redes parceiras, a venda começa em 14 de outubro.

A Oxford trata o lançamento como ponto de partida, depois dos jogos virão panelas avulsas em novos tamanhos, acessórios coordenados e louças. “Cozinhar é libertador. Ser capaz de fazer a própria comida dá sensação de vitória. E é uma forma de se ligar à natureza”, finaliza Rita.

